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7 de julho de 2016 Confissões Desabafo Escrita Literatura 0

De repente, eu paro.
Não por que não haja algo a ser feito; sempre há.
Mas eu paro e escuto.
Não ouço os barulhos da rua, nem o miado do meu gato, ou meu filho e suas constantes queixas, que é mais um bem-querer juvenil.
Eu paro e escuto… a mim mesma.
Ouço as batidas do meu coração, minha respiração e sinto meu corpo.
Escuto mesmo os lamentos que vivem nos meus pensamentos.
E em vez de correr para resolvê-los,
eu me sento.
Observo.
Procuro a razão do descompasso.
Terá sido algo que disse? O que comi pela manhã? Muito trabalho? Textos que precisam ser escritos? Amores e histórias ainda não vividos?
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A resposta que chega vem a bordo de um

 

 

 

 

 

 

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