Eu sabia que um dia isso iria acontecer

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Eu sabia que um dia isso iria acontecer

24 de novembro de 2016 Confissões Desabafo Facebook Internet 0
Blog Wonder Comunicação Estratégica

De repente, não 100 ou 500, o que já seria impressionante.

Mas 1.000 amigos. É muita gente.

Entre eles, amigos e pessoas que fui encontrando nessa caminhada: entrevistados, clientes, prospects, professores, alunos, amores, antigas e novas amizades brotaram.

Jornada de autodescoberta, em que floresci e me conheci melhor por meio da relação com cada uma dessas pessoas.

Mil oportunidades de crescimento.

E assim, me descobri amiga de clientes, apaixonada pela história de meus entrevistados, maravilhada por ensinar o que sei a meus alunos, sedenta por aprender mais com meus mestres, de coração partido algumas vezes, mas resignada de que é preciso semear para um dia se colher.

Não que tudo sejam flores. Como bem sabe o Zuckerberg, não se consegue 1.000 amigos sem fazer alguns inimigos. Assim, algumas amizades foram desfeitas, algumas vezes de minha parte; outras, não. Às vezes, por diferenças ideológicas e político partidárias; outras, por um mal-entendido; ou simplesmente porque “estou fazendo uma limpa no meu círculo de amigos”.

Alguns chegam e outros se vão e assim, hoje a contabilidade Facebookiana fecha em 1.000 amigos. Nem todos amigos, alguns apenas conhecidos que chegaram até mim pelos meus escritos. Mas não serão esses os que mais valem cultivar? Afinal de contas, há tanta gente que eu tinha plantado no coração e a distância (não apenas física) arrancou.

Não são 1.000, mas exatos 1.027. Fora 103 pessoas que me seguem; ficam nessa categoria aqueles que não me escreveram explicando as razões de seu pedido de amizade e eu não conheço pessoal ou virtualmente. Mais de 100 indivíduos que querem acompanhar a fina flor de minhas publicações, que ultimamente andam tão raras; desculpem, mas estamos fechados para balanço; leva-se tempo para desabrochar.

De repente, nada. Levou tempo e esforço para chegar a esses 1.000 amigos. Resistência ao excesso de sol que sufoca, à chuva que falta, ao vento que castiga, e tantas intempéries para se aprender a não ter raízes, mas se entregar. Para quem tinha dificuldade de conversar com duas pessoas ao mesmo tempo, me parece que uma sementinha germinou.

Que esse seja apenas o início, que eu conheça ainda mais pessoas, faça novos amigos e, assim, me permita transformar pela experiência de cada um desses encontros. Sem medo dos desencontros, que fazem parte da trajetória e também têm muito a me ensinar. Porque, como dizem, inesperadamente as mais belas flores nascem da adversidade.

 

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