Casamento – 11.06.17

 In casamento

Boa tarde a todos.

Hoje estamos aqui reunidos, amigos e familiares de Juliana e Denise, para celebrar o amor.

Não apenas o amor, mas a coragem. A coragem das noivas e protagonistas dessa história que todos nós aqui presentes conhecemos o final. Porém eu quero lhes contar o início e o meio até esse happy ending.

Por que digo isso? Porque o amor não nasce à primeira vista como nos contos de fada, trata-se sim de uma disposição, de uma valentia.

Da disposição de se entregar, de correr o risco de se magoar novamente. De em vez de se fechar e se armar contra outra desilusão, abrir-se ao novo, a um novo relacionamento.

A coragem de correr riscos. E não ter medo. De confiar, na vida.

Assim foi com Juliana, 30 anos, graduada em Relações Internacionais, doutoranda e professora universitária, e Denise, 34 anos, formada em Administração e Contabilidade, atualmente aluna de mestrado, quando deram o kick off em um aplicativo, ambas após a separação de outros relacionamentos.

Encontro que aconteceu graças a uma amiga em comum. Depois descobriram que também tinham em comum a paixão pelo mundo acadêmico, por lecionar e pelos pets: Billy, que era filhote da Denise, e Freddy, da Juliana.

Foi esse destemor de se relacionar novamente que as levou a trocarem mensagens diariamente por WhatsApp após o match e, então, no dia 16 de maio de 2015, quase um mês depois, aconteceu o primeiro encontro.

Um sábado que começou com um almoço, estendeu-se até a meia-noite e terminou com um beijo. A química entre as duas foi tão boa que Denise perguntou se deveria avisar que não voltaria, ao que Juliana respondeu: “Você, não sei, mas EU vou dormir em casa.” Definitivamente, não existe amor à primeira vista.

No domingo, viram-se novamente, agora no Parque Villa-Lobos, quando Denise conheceu o o cachorrinho Freddy e ele não a curtiu muito pra ser sincera.

Depois, encontraram-se na segunda e na terça. Na quarta era rodízio, por isso se falaram por telefone; voltaram a se ver na quinta e na sexta, combinaram uma noite especial; finalmente as duas precisariam avisar que não dormiriam em casa.

Aqui aconteceu o primeiro desentendimento entre o jovem casal.

O encontro era à noite e o dia foi difícil. Denise encontrou-se com Juliana antes do almoço e, em seguida, passou a tarde no cartório dissolvendo a união estável de seu relacionamento anterior, o que Ju sabia e, por isso, passou o tempo sozinha em outra companhia: o grande inimigo dos enamorados, o medo. Medo de que Denise tivesse uma recaída, medo de que após um mês de um relacionamento tão bom, descobrisse que na hora do “enfim sós”, o melhor era continuar sozinha. “Era bom demais pra ser verdade.”

No momento do encontro, as duas estavam cansadas. Uma da burocaria e a outra, de pensar. Foram jantar. Juliana tensa, perguntou ao garçom quais os sucos disponíveis. Após uma lista infindável, ela se decidiu por um de maracujá. Ao que Denise retrucou com veemência:

– Maracujá não.

Seu medo era que o suco funcionasse como um calmante tão poderoso que transformasse Juliana numa bela e casta bela adormecida.

Por fim, Juliana se decidiu por um suco de abacaxi com hortelã e uma saladinha coberta por aquelas torradinhas, chamadas de crouton, que ela cortou com cuidado uma por uma, apesar da iguaria ser feita para ser deglutida em uma simples mordida, só que assim, ela atrasava o encontro às escuras que teriam logo mais. Na verdade, quase virou abóbora, pois o jantar durou uma hora e meia.

E não terminou aí. Após a partida dos croutons, Juliana achou que talvez quisesse uma sobremesa e sugestivamente foi ao “Amor aos Pedaços”. Aí se iniciou um novo desafio. Segundo Denise se lembra, Juliana ia para um lado e a atendente, para o outro.

Enquanto Denise estava ansiosa para saber se era namoro ou amizade, Juliana se sentia feliz em finalmente ter encontrado um relacionamento saudável, que fazia bem, e temia terminar com o gosto amargo das comidas de dieta na boca. Hoje Denise gosta de definir o relacionamento delas como um salmão defumado: deliciosamente saudável.

Por fim, levaram para o hotel o pedaço de bolo de nozes e lá, Juliana fez outro doce. Denise desistiu de qualquer romance e sugeriu que simplesmente se entregassem aos braços de Morfeu. Foi dessa maneira que Juliana vestiu seu pijaminha de flanela do Mickey de punhos. Desistência que abriu espaço para uma entrega verdadeira, na calada da noite, que se calou para ouvir o suspiro das estrelas.

No dia seguinte, foram almoçar e Denise fez questão de selar a união e o acordo de paz com o pedido de uma jarra de suco. A partir daí, dia 23 de maio de 2015, o lema do casal passou a ser “Maracujá sim”.

Maracujá sim

Maracujá sim ao se permitir amar de novo.

Maracujá sim às novas oportunidades.

Maracujá sim aos novos relacionamentos.

Maracujá sim contra o que a sociedade acha que é certo, mas vai contra os desígnios do coração.

Maracujá sim sem medo.

Por isso, sempre que a vida lhe oferecer um maracujá, não se contente com apenas um copo, peça logo uma jarra inteira.

Tome logo uma jarra

Aceitação que também aconteceu com o Billy. Em julho, o cachorrinho precisou se separar da irmãzinha, a Jully, e ir viver com Juliana e Denise, que já estavam praticamente morando juntas. Foi nesse momento que ele perguntou à Juliana se ela aceitava ser sua nova mãe. Uma nova família começava a ser formada.

Esse foi só o início do “era uma vez”; a prova de fogo mesmo aconteceu três meses depois, na Itália. Engraçado pensar que Roma é amor ao contrário quando lá foi quase o final trágico dessa relação. Primeiro foram para Nardo, cidadezinha em que vivia um amigo da Denise, onde não tinha nada para fazer. Tanto é que o amigo da Denise e os amigos dele volta e meia decretavam: “I need a drink”.

Da primeira vez foi legal; da segunda, bacana; da terceira, já tinha dado de bons drinks no verão europeu pra Juliana. Ela queria passear, só que para chegar a qualquer lugar precisavam de carro e não conseguiam alugar um. Enquanto Denise dormia, Juliana se desesperava: conversava com a mãe, dava Google, tentava achar uma saída daquele buraco localizado no salto da bota. Foi em uma discussão que soltou a frase, hoje célebre:

– Eu não ganho pra dormir em Euro.

Era impensável pra ela, uma estudante de doutorado, ir até a Europa e não fazer nada além de tomar gelato três vezes ao dia. Então deu um basta e intimou Denise a irem à cidade histórica de Lecce, que ficava a 20 km. Foi praticamente uma jornada, não sei se heroica.

Pegaram um ônibus e desceram em Santa Maria Al Bagno, cidade litorânea, o que poderia refrescar aquele calor de 40º longe do sol. Só que não. Lecce ainda estava a 10 km de distância, assim precisavam pegar outro ônibus, que esperaram de pé, na estrada.

Havia sombra, pelo menos, acontece que Juliana tinha tido um pesadelo na noite anterior em que era atropelada exatamente naquele cenário protegido do calor. Dessa forma, ficaram ali, de pé, no sol, por mais de 1 hora. E o ônibus não apareceu, então precisaram continuar a saga andando em companhia do astro-rei, que não dava descanso.

Ao chegarem à estação de trem de Lecce foram alugar o carro na locadora de veículos. Mas era hora da siesta, então estava fechada. De novo, voltaram a pé à estação ferroviária da cidade e de lá pegaram um táxi até outra locadora que tinham visto no caminho. Foi tanta caminhada, que as duas não estavam exatamente a cara da riqueza, pelo contrário. Era tanto suor, que o motorista ofereceu lencinho umedecido a elas para melhorar um pouco a “fragrância” que exalavam.

O clima da festa

Nessa outra locadora descobriram que era impossível alugar um carro sem terem reservado antes. Não tinha como dar um jeitinho? Afinal, elas tinham vindo de tão longe! Não, elas estavam na Europa.

Juliana teve sua segunda crise. Sentou-se na sarjeta, desabou a chorar e despejou em Denise:

– Não sei o que estou fazendo aqui, eu nem te conheço.

O desabafo foi tão eloquente, que Denise ficou até com medo de Juliana e preferiu ficar um pouco afastada, só por precaução.

Quando finalmente chegaram, a pé, claro, à região histórica de Lecce, divertiram-se finalmente. Tomaram gelatos deliciosos e visitaram a loja de bijouterias indianas. Ufa!

Na volta, foi a vez de Denise chorar. Cansadas, não; exaustas, pegaram outro táxi, agora para voltar. Chegaram em 15 minutos ao custo da fortuna de 50 Euros.

Dizem que o que “não nos mata, fortalece”. Provavelmente, o que não mata o amor também apenas o torna mais forte. Ou nos torna pessoas melhores. Deve ter sido isso que aconteceu com elas.

Coragem. Coragem de viver esse sentimento que é razão de estarmos vivos. Coragem de assumir o amor por outra mulher. De assumir quem se é.

No budismo tibetano, conta-se que uma princesa muito sábia, discípula de Buda, atingiu as mais altas realizações espirituais devido sua devoção. Foi-lhe dito que como resultado de sua prática iria renascer como homem, pois era mais benéfico do que nascer mulher, uma vez que poderia viver na floresta ou numa gruta deserta sem ser molestada.

Tara, que era o nome dela, não aceitou e fez o compromisso de sempre renascer na forma feminina em suas incontáveis vidas e, dessa forma, inspirar outras mulheres como ela. Entrou em retiro e após longas meditações atingiu o altíssimo estado de “não origem”, o estado real da mente e dos fenômenos “incriados”, sem início ou fim, ilimitado.

A partir daí, passou a ser conhecida como a “salvadora veloz”, “aquela que liberta” e “eliminadora dos oito medos” em todas as suas 21 manifestações, 21 faces dessa mesma mulher.

Juliana costumava usar um colar de abóbora para se lembrar de que não era uma princesa. Não é por isso que ela tinha deixado para trás os sonhos de menina; ela achava que precisava ser pedida em casamento. Logo, cabia à Denise, especialista em

origami e suas dobraduras, cumprir esse papel.

Só que antes de contar esse trecho é importante dizer que por baixo desse manto de princesinha da Juliana vive uma guerreira. Por que digo isso? Porque Juliana gosta dos Hanson, aqueles cabeludos do “Mmm Bop”. Ainda não deu pra entender, né? Calma. Ela explica que o amor por eles nasceu nos seus nove anos de idade e a primeira vez que os viu, pensou que eram garotas. Enfim, vocês não imaginam a loucura de amor que ela já fez por eles.

A primeira vez que os três garotos norte-americanos vieram ao Brasil, em 2000, não fizeram nenhum show. Para desespero dela, que agora já tinha 13 anos e era fã há quatro, amor eterno para alguém dessa idade. Apenas se apresentar

am em programas de tevê.

Logo Juliana descobriu que uma rádio tinha lançado uma promoção em que o prêmio era uma foto com a banda. Ela ligou, ligou, ligou e ligou mais um pouco, ligou ainda um pouco mais, mas não ganhou.

Eis que a garotinh

a teve uma ideia, uma amostra da inteligência de quem mais tarde cursou mestrado e doutorado, ou como é destemida sobre os assuntos ligados a seus sentimentos. Ou talvez tenha sido apenas um ato desesperado.

Ela sabia a data e o horário em que as fotos com o Hanson aconteceriam. Claro, a rádio divulgava quando falava da promoção. Dessa forma, ela participou de outro sorteio, um que dava um CD e uma camiseta, e ganhou. De qual banda? Isso é o que menos importa. Seu plano foi ir à rádio pegar seu prêmio bem no dia e horário do Hanson.

Contou à sua mãe seu plano, que ficou em dúvida se daria certo.

– Ai, Juju. Será?

Mas aceitou ser sua cúmplice.

Ao chegarem à rádio, que ficava na Gazeta, o saguão estava repleto de meninas da idade de Juliana. A mãe da Juju merecia um Oscar, ia abrindo o mar de garotas enquanto repetia:

– Hanson? Quem é Hanson? Eu

vim pegar a camiseta dos Raimundos.

Verdade, a banda era “Os Raimundos”. Até ali o plano de Juliana estava dando certo. Os seguranças deixaram ela e a mãe subir, pois estavam na lista do pessoal autorizado, uma vez que tinham que pegar o prêmio.

Lá em cima, viram se formar a fila das moças que iam conhecer os Hanson, elas entraram atrás. Momento de tensão. Uma funcionária da rádio conferia os RGs enquanto outra entregava as credenciais. Conto de fadas não existe, de qualquer forma, talvez uma fada madrinha tenha feito alguma mágica nesse momento e concedeu o desejo da menina. Juliana até hoje guarda seu maior prêmio: a foto e a sensação de vitória, ou milagre concedido. Nunca pegou a camiseta e o CD dos Raimundos.

Em novembro, a banda voltou ao Brasil, só que dessa vez para apresentar shows. Juliana arrastou a mãe, agora alçada a companheira de aventuras, para dois deles.

Só que não acabou aí. Aos 17 anos, Juliana fazia UNESP na cidade de Franca quando soube que os Hanson viriam pela 3ª vez ao Brasil. É claro que ela, que esteve presente em todas as aparições deles, não podia faltar.

Mais uma vez, não fariam shows, mas uma sessão de autógrafos na Fnac Paulista. Para o evento, reservaram uma área pequena, no subsolo da loja.

Inferno definiu a experiência. O local lotou e Juliana, inconformada que não conseguia vê-los, fez o que qualquer um faria em seu lugar: subiu em uma das estantes da loja. O segurança retirou nossa querida groupie ensandecida dali, que nesse momento foi reconhecida por uma antiga colega de cursinho.

– Juliana? É você?

Aí nasceu uma grande amizade de duas garotas que até aquele momento se conheciam só de vista. As duas não compartilhavam a mesma paixão pelos rapazes do “Mmm Bop”. Afinal, a outra estava apenas acompanhando uma amiga, segundo contou. De qualquer forma, o que o Hanson une, a vida não separa. Não à toa essa amiga está presente hoje como uma das madrinhas desta união.

A mesa de doces

Sim, a relação de Juliana com os Hanson é uma história à parte. Foi isso que a motivou a clicar na foto de Denise no aplicativo. Não, ela não gostava do trio de cabeludos, só que empunhava uma guitarra em seu perfil. E Denise não toca guitarra, usava o instrumento para jogar videogame.

Outro ponto alto da relação de Juliana com os Hanson foi em 2015. Solteira, sua meta no ano anterior foi entrar no doutorado e pagar as prestações para se dar de presente uma semana com eles num resort em Cancun. Um verdadeiro sonho: assistiu a shows deles todos os dias junto com outras 200 fãs. Teve até uma oficina de pintura em cerâmica com o Zac, em que pintou uma Hello Kitty que ficou Mmm Bop.

Por que eu estava falando disso? Ah, sim, Juliana queria ser pedida em casamento. E isso tem a ver com os Hanson. Explico. As duas já moravam juntas, mas Denise queria realizar o sonho da amada. Sabendo de sua paixão pelos Hanson, arquitetou agora ela um plano: conseguiu como cúmplice outra amiga de Juliana, essa da época de colégio e declaradamente fã do Hanson.

A amiga chamou Juliana para avaliar se era boa mesmo uma banda cover dos Hanson. Não, não existe banda cover deles, Denise precisou contratar alguns músicos e ensaiá-los para tocar as músicas. O amor a tudo vence. Mesmo. Ainda contratou um fotógrafo e um cinegrafista para registrar o momento.

Só que no dia Juliana foi almoçar com outra amiga e como a conversa estava boa, quase dá um bolo em amigas, fotógrafo, cinegrafista e a Denise com o anel e o pedido de casamento prontos. A saída foi mandar um táxi aos 45 minutos do segundo tempo buscar Juliana no restaurante e ir ao estúdio.

Os detalhes delicados da cerimônia

Lá, depois do “Mmm Bop”, a amiga cúmplice do crime romântico, perguntou se os músicos não tinham outra música para apresentar e eles tocaram “To carry you there”. A canção dos Hanson que Juliana sempre disse querer em seu casamento. Foi aí que Denise apareceu, ela não se ajoelhou, pois ambas acreditam que isso é um gesto de submissão e não seria um bom começo de relacionamento. O melhor seria fazer o pedido de igual pra igual. Então, de anel em punho, Denise fez o pedido, e hoje estamos aqui.

“Eu estarei esperando pra te carregar nas costas/Para te carregar até lá” diz a letra da música “To carry you there” dos Hanson. “Tente, você não precisa ter medo de simplesmente confiar/Em alguém que vá carregar seu fardo de vez em quando.” É isso que Denise é para Juliana. É isso que Juliana é para Denise. Não é precisar do outro, é sim poder confiar, compartilhar sua vida com alguém que faça você feliz todos os dias.

Isso não é conto de fadas. É vida real. É possível. É saber que você pode fazer tudo sozinho, só que não precisa. Existe alguém que quer carregá-lo até os seus mais distantes sonhos. Para apoiá-lo. É se permitir não ser um, mas um e um que nã

o formam dois. São iguais a onze, como a data de hoje, que juntos, podem ser demais. Hoje, véspera do dia dos namorados. Tão romântico! Onze que não se somam, mas são capazes de dividir e multiplicar. Sem perder a individualidade de cada um. Amar não é se prender; é viver em liberdade.

É para poucos. Só para raros e loucos. Definitivamente, não é para os fracos. Só os fortes são capazes de entregar seu coração. Pode-se sofrer, porém só se aceitando a vulnerabilidade é possível viver algo tão mágico, sublime e poderoso como o amor. “Onde não puder amar, não se demores”. É permitir que alguém penetre em nossa intimidade e nos conheça e nos aceite como som

os, sem fuga, até mesmo os defeitos e nossas sombras das quais mais nos envergonhamos.

E c

omo elas mesmas dizem: “Existe uma Viena esperando por cada um de nós”, o que significa que ser feliz é uma escolha. Dizer “sim” à vida e bem menos “nãos”.

Acredita-se que se construir mil origamis de tsurus, ave considerada sagrada e que simboliza a fidelidade, pois escolhe um companheiro para a vida inteira, se terá um pedido atendido. Por isso todos receberão esse origami para jogar nas noivas no lugar do arroz e fazer votos de felicidade a este novo casal.

Euzinha e as noivas

Acredito que o pedido feito por Juliana e Denise hoje, e que deve ser feito por todos os casais, de homens e mulheres, mulheres e mulheres ou homens e homens: “Maracujá sim” não apenas hoje, nem ontem ou só a partir de amanhã. Hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dito isso, que tragam as alianças.

(Entrega alianças)

(Votos Denise)

Então, eu pergunto:

– Juliana, é de sua livre e espontânea vontade que você dirá “Maracujá sim” para Denise, como sua legítima esposa, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza? Dirá “Maracujá sim” na alegria e na tristeza? Com amor, respeito e fidelidade? Todos os dias até que a morte ou o fim as separe?
(Resposta, coloca aliança)

(Votos Juliana)

– Denise, é de sua livre e espontânea vontade que você dirá “Maracujá sim” para Juliana, como sua legítima esposa, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza? Dirá “Maracujá sim” na alegria e na tristeza? Com amor, respeito e fidelidade? Todos os dias até que a morte ou o fim as separe?

(Resposta, coloca aliança)

Se alguém tiver algo a declarar contra esse casamento, que diga “Maracujá não” agora ou mantenha a calma e cale-se para sempre.

Por isso, eu como um voto de felicidade às noivas, eu pergunto a vocês:
– Maracujá?
– Sim!

Pelo poder e honra que vocês concederam a mim, eu as declaro senhora e senhora Bittar-Godinho.

Noivas, podem se beijar. E que não seja esse o fim, mas apenas o começo de tudo. O resto é história.

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